Sobre a natureza da riqueza e da pobreza

Produtividade e redes complementarias na Natureza.

 

A economia é uma ciência radicalmente necessária para todos. E ela é assim porque a atividade cotidiana econômica é uma tozuda necessidade cotidiana que encontra seu fundamento em outras muitas variadas exigências concretas – não inventadas – sim reais – que a natureza humana manifesta diariamente e a longo prazo de toda nossa vida. Sempre estamos em tensão de melhora econômica. Os prêmios sentidos por cada um nos movem a atuar para eliminá-los. E tendo em conta as características peculiares da pessoa – e que são as que são – a atuação humana generalizada se dirige hacia aos bens materiais  consciente de que ali se encontra o material para  resolver  essas urgências e essas inquedutes.

 

Sempre soubemos e todos sabemos que necesitamos continuamente de bens diversos e proporcionados para conseguir melhorar em ese intento renovado de alcançar uma certa plenitude de vida. Nos são imprescindíveis para sobreviver em um primeiro nível de urgência  e também são necessários para viver com certa normalidade e estabilidade . Também aqueles que pretendem conseguir um maior grau de sofisticação nesse viver cotidiano sabem que tem que correr a eles para poder conseguir. Queremos ou não dependemos das realidades materiais – tal e como são na graduação de suas características – com as que a humanidade se encontra geração trás geração na  natureza e que não hão sido criadas por ela porém se transformadas e adaptadas aplicando seu trabalho e seu saber em ordem a conseguir um mais adequado progresso em seu caminhar terreno. Também dependemos das realidades materiais para a execução de bens imateriais e espirituais como a música, o estúdio ou a mesma atividade investigadora por exemplo. Toda a humanidade tem uma relação de dependência com respeito a essa riqueza inabarcavel do universo da natureza em toda sua variedade do reino mineral, vegetal y animal.

Como feito, Crusoé é dono e proprietário de si mesmo e da extensão de sim mesmo dentro do mundo material. Nada mais e nada menos.
O correlato dessa relação de dependência é a relação de conveniência  idônea que toda essa imensa riqueza natural – que os economistas englobam simplesmente no conceito de fator produtivo Terra-tem respeito as  urgências preferências e necessidades ou aspirações humanas. Essa relação de conveniência puramente matemática; não é exato que 1+1 = 2. Keynes comentava sobre Marshall:

Marshall vivia todo isso com uma veemência que não era compartida por todos seus alunos. As matemáticas pré eliminares eram para ele um jogo de meninos. Seu desejo era entrar no vasto laboratório do mundo, escutar seu rumor e distinguir as diferentes notas, (…) 

Na economia real, não teórica, a norma é a norma que nos marcam as urgências da natureza humana e, por tanto, a única lógica é a lógica da natureza humana. Essa norma e essa lógica marcam as doses, combinações, formais, qualidades e medidas de os distintos bens e serviços; e a produzir esses bens e serviços últimos com essas doses combinações, formas, qualidades, proporcionais e medidas se adéquam aos distintos meios de produção xviii (20) em cada etapa produtiva.

Uma primeira e mais direta conseqüência do anterior é que o importante conceito de produtividade econômica tem muito que ver – em si mesmo considerado – com a proporção humana e por o tanto com o crescimento proporcionado xix(21). Se a riqueza não é algo puramente material xx(22) se não que é uma relação de conveniência aos objetivos humanamente considerados pro cada um dos protagonistas de forma subjetivas a produtividade terá que ser medida por esse incremento de relação proporcionada.

Logo o núcleo fundamental da atividade económica pratica e teórica nao é outro que trata de incrementar e melhorar essa relação de conveniência à pessoa humana xxi(23) de las realidades materiais xxii (24) que estão a nossa disposição em cada momento. Esso entendo que é a riqueza e Esso entendo que é – por tanto – o valor xxiii (25) econômico xxiv (26): um relação real 1 (27) de conveniência última  xxv (28), complementaria, concreta y futura dos bens valorados aos objetivos – também complementários, presentes e futuros – dos usuários finais.

Assim temos definido outras vezes e sobre eles entendo que não se há investigado ainda o suficiente. Em concreto não se há analisado com suficiente interesse e profundidade essa característica da realidade material natural e da realidade da pessoa humana que é sua variedade complementaria sempre inconstante, interdependente e inabarcable. Isto implica conseqüência sem fim sobre as valorações que cotidianamente fazem milhares de milhões pessoas distribuídas por toda a geografia. Logo todo ele afeta continuadamente a essa linguagem da economia que é o sistema de preços em os distintos mercados livres cada vez mais interdependentes.   Através de esse sistema de preços todos estamos continuamente valorando xxvi(29) e estimando o futuro com o grande dinamismo que faz possível o calculo econômico. Essa variedade complementaria em competência dinâmica gera uma produtividade crescente em valor e há sido sempre, é e quase com toda certeza seguira sendo – incluso ainda com mais relevância – o motor do progresso e do desenvolvimento o econômico.

Por ele se pode afirmar que o valor é a vez uma realidade e uma noção. É a realidade enquanto se identifica absolutamente com a realidade do objeto que valoramos (com respeito a uma qualidade ou propriedade do ser em questão). Sua realidade coincide com o objeto a valorar, se dito objeto se destrói, desaparecerá, a sua vez, sua vez, seu valor. A valia de algo convêm o homem que a valora, que la estima, e essa relação de conveniência é captada pela inteligência, porém não criada por ela. O valor econômico que tem seu fundamento na realidade da coisa valorada não se ordena realmente a inteligência ou a vontade do homem, se não, ao revés, são a inteligência e a vontade do homem as que se ordenam ao descobrimento do autêntico valor econômico. O valor não depende de nosso conhecimento nem de nossa vontade, já que as coisas valem na medida em que tem realidade, não enquanto que são conhecidos ou  ambicionadas.

O valor econômico, portando, não se cria, e sim que a não ser que se descobre. Descobrindo essa capacidade de relação humana que tem as distintas coisas, o homem trata de reconduzir e extrair essas capacidades que se dirigem fazia o comprimento das finalidades humanas.